Trabalhadores da CHESF cruzam os braços na Paraíba

Desde o dia de ontem (4) os mais de 4.000 trabalhadores eletricitários da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), empresa subsidiária da Eletrobrás, paralisaram as suas atividades.

Escrito por: ascom Stiup • Publicado em: 05/07/2016 - 12:02 Escrito por: ascom Stiup Publicado em: 05/07/2016 - 12:02

Desde o dia de ontem (4) os mais de 4.000 trabalhadores eletricitários da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), empresa subsidiária da Eletrobrás, paralisaram as suas atividades.

De acordo com o presidente em exercício do Sindicato dos Urbanitários da Paraíba (STIUPB), Adriano Teixeira, a luta é nacional e teve adesão dos trabalhadores na Paraíba. “A última proposta de reajuste encaminhada pela Eletrobras de 5% é uma verdadeira piada. Como se não bastasse a empresa ainda suspendeu as negociações de forma unilateral”, disse Adriano.

A paralisação continua até o dia de amanhã (6), e caso a Eletrobras não retome as negociações, uma greve por tempo indeterminado poderá ter início.

As 17 empresas que compõem o Sistema Eletrobras encontram-se paralisadas, funcionando apenas a operação, não havendo assim risco de interrupção de energia por causa da paralisação.

Para o dia 22 de julho, data que ocorrerá uma assembleia de acionistas do sistema visando a venda de 6 empresas, haverá uma nova mobilização em todo o país contra a privatização da Eletrobras.

 

Título: Trabalhadores da CHESF cruzam os braços na Paraíba, Conteúdo: Desde o dia de ontem (4) os mais de 4.000 trabalhadores eletricitários da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), empresa subsidiária da Eletrobrás, paralisaram as suas atividades. De acordo com o presidente em exercício do Sindicato dos Urbanitários da Paraíba (STIUPB), Adriano Teixeira, a luta é nacional e teve adesão dos trabalhadores na Paraíba. “A última proposta de reajuste encaminhada pela Eletrobras de 5% é uma verdadeira piada. Como se não bastasse a empresa ainda suspendeu as negociações de forma unilateral”, disse Adriano. A paralisação continua até o dia de amanhã (6), e caso a Eletrobras não retome as negociações, uma greve por tempo indeterminado poderá ter início. As 17 empresas que compõem o Sistema Eletrobras encontram-se paralisadas, funcionando apenas a operação, não havendo assim risco de interrupção de energia por causa da paralisação. Para o dia 22 de julho, data que ocorrerá uma assembleia de acionistas do sistema visando a venda de 6 empresas, haverá uma nova mobilização em todo o país contra a privatização da Eletrobras.  



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