Movimentos sociais recepcionam a 5° Marcha do MST na Paraíba

Na estrada, faça chuva ou faça sol com sandália no asfalto, milhares de famílias de assentados percorreram desde o dia 16 de abril mais de 200 KM. A marcha foi iniciada em Campina Grande.

Escrito por: ascom da CUT-PB • Publicado em: 26/04/2016 - 13:55 Escrito por: ascom da CUT-PB Publicado em: 26/04/2016 - 13:55

Mais de 1000 manifestantes percorreram as principais ruas do Centro de João Pessoa no encerramento da 5° Marcha do MST na Paraíba. Foto: Emmanuela NunesMais de 1000 manifestantes percorreram as principais ruas do Centro de João Pessoa no encerramento da 5° Marcha do MST na Paraíba. Foto: Emmanuela Nunes

Mais de 1000 integrantes do Movimento Sem Terra na Paraíba foram recebidos pela Central Única dos Trabalhadores (CUT-PB), juntamente com a Frente Brasil Popular (FBP) e diversos movimentos sociais do campo e da cidade, nesta terça-feira (26), na Praça Pedro Américo.

Ao longo do percurso, os manifestantes visitaram escolas municipais e realizaram panfletagens, que segundo a coordenadora estadual do MST, Mirian Farias da Silva, serviu para dialogar com a sociedade. “Todas as marchas tem seu objetivo cumprido, porque todas elas têm o objetivo de denúncia. Nós conseguimos nesses 11 dias de caminhada, em 18 municípios conseguimos dialogar com a sociedade e dizer por que estamos marchando colocando em pauta a luta da reforma agrária e dizer que ela não é uma bandeira em desuso. Nós somos o segundo país com o maior número de concentração de terra.  os temos muitos latifúndios improdutivos e continuamos a reivindicação das terras junto ao INCRA”, explicou.

Na estrada, faça chuva ou faça sol com sandália no asfalto, milhares de famílias de assentados percorreram desde o dia 16 de abril mais de 200 KM. A marcha foi iniciada em Campina Grande e encerrada hoje, em João Pessoa.

De acordo com Gilberto Paulino, secretário de formação da CUT-PB, a recepção aos assentados é uma forma de fortalecer a luta. “Acompanhamos a luta e somos defensores da causa da Reforma Agrária para que nosso país consiga de fato ser uma nação mais justa”, explicou.

Saiba mais

As grandes propriedades rurais improdutivas, consideradas por definição como latifúndio, segundo dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) somam 228 milhões de hectares  improdutivos ou abandonados e sem função social, que de acordo com a Constituição tornam-se aptos para a reforma agrária.

Título: Movimentos sociais recepcionam a 5° Marcha do MST na Paraíba, Conteúdo: Mais de 1000 integrantes do Movimento Sem Terra na Paraíba foram recebidos pela Central Única dos Trabalhadores (CUT-PB), juntamente com a Frente Brasil Popular (FBP) e diversos movimentos sociais do campo e da cidade, nesta terça-feira (26), na Praça Pedro Américo. Ao longo do percurso, os manifestantes visitaram escolas municipais e realizaram panfletagens, que segundo a coordenadora estadual do MST, Mirian Farias da Silva, serviu para dialogar com a sociedade. “Todas as marchas tem seu objetivo cumprido, porque todas elas têm o objetivo de denúncia. Nós conseguimos nesses 11 dias de caminhada, em 18 municípios conseguimos dialogar com a sociedade e dizer por que estamos marchando colocando em pauta a luta da reforma agrária e dizer que ela não é uma bandeira em desuso. Nós somos o segundo país com o maior número de concentração de terra.  os temos muitos latifúndios improdutivos e continuamos a reivindicação das terras junto ao INCRA”, explicou. Na estrada, faça chuva ou faça sol com sandália no asfalto, milhares de famílias de assentados percorreram desde o dia 16 de abril mais de 200 KM. A marcha foi iniciada em Campina Grande e encerrada hoje, em João Pessoa. De acordo com Gilberto Paulino, secretário de formação da CUT-PB, a recepção aos assentados é uma forma de fortalecer a luta. “Acompanhamos a luta e somos defensores da causa da Reforma Agrária para que nosso país consiga de fato ser uma nação mais justa”, explicou. Saiba mais As grandes propriedades rurais improdutivas, consideradas por definição como latifúndio, segundo dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) somam 228 milhões de hectares  improdutivos ou abandonados e sem função social, que de acordo com a Constituição tornam-se aptos para a reforma agrária.



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