Contra as Reformas da Previdência e Trabalhista 3mil trabalhadores da Paraíba realizam Dia Nacional de Paralisação

3 mil trabalhadores paraibanos vão às ruas protestar contra as Reformas da Previdência e Trabalhista

Escrito por: ascom da CUT-PB • Publicado em: 16/03/2017 - 09:45 • Última modificação: 16/03/2017 - 11:43 Escrito por: ascom da CUT-PB Publicado em: 16/03/2017 - 09:45 Última modificação: 16/03/2017 - 11:43

Emmanuela Nunes

A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba, as demais centrais sindicais e os movimentos sociais indignados com o ataque a direitos sociais se integram ao Dia Nacional de Paralisação na Educação contra as Reformas da Previdência e Trabalhista, nesta quarta-feira (15), em diversas cidades como Campina Grande, João Pessoa, Belém e Cajazeiras. Na Capital, a concentração feita em frente ao prédio da DataPrev, percorreu o anel externo do Parque Solon de Lucena e seguiu a sede do INSS, onde sindicalistas manifestaram todo repúdio da classe trabalhadora ao governo golpista de Michel Temer  e suas “reformas”.

Com o lema “Reaja ou Morra Trabalhando”, os (as) trabalhadores (as) levaram às ruas a indignação com o aumento da idade mínima para 65 anos, a definição de tempo de contribuição em 49 anos para receber o benefício integral da aposentadoria, a equiparação de idades entre homens e mulheres sem considerar a tripla jornada das trabalhadoras, além da luta contra a terceirização sem limites que transformará o atual contrato de trabalho em “contrato de bico”, inseguro, intermitente, precário e mal remunerado.  

De acordo com Paulo Marcelo, presidente da CUT-PB, os trabalhadores estão se mobilizando e mostrando sua indignação com essas reformas. “Há meses, nós estamos fazendo um enfrentamento de muita luta com a mobilização de diversas categorias de trabalhadores, que mostram nas assembleias de seus sindicatos e nas audiências públicas de seus municípios a total indignação com essa Reforma da Previdência. Sabemos que a aposentadoria é um direito de todo trabalhador e não pode ser colocada em risco com reformas que só atendem aos anseios das elites empresariais que patrocinaram o golpe", explicou.

Durante todo o avanço dass mobilizações, que vem ganhando cada vez mais repercussão entre a população, a Central destaca o trabalho intinerante de conscientização dos trabalhadores e da sociedade, principais vítimas dessas reformas. Segundo Joel Nascimento, secretário-geral da Central, o crescimento dessas mobilizações tem a expressividade necessária para barrar a retirada de direitos. “Esse foi um ato bastante participativo, em que várias categorias se unificaram na luta contra as reformas, mostrando que a luta coletiva é capaz de fortalecer a reação para o enfrentamento aos ataques contra a classe trabalhadora”, afirmou.

Ainda neste mês de Março, na agenda de luta da Central estão, o próximo dia 19 com a inauguração oficial da chegada das águas da transposição do Rio São Francisco na Paraíba, na cidade de Monteiro, com a presença de Lula e Dilma,  e o próximo dia 31, data de paralisação geral dos trabalhadores contra as reformas.

Título: Contra as Reformas da Previdência e Trabalhista 3mil trabalhadores da Paraíba realizam Dia Nacional de Paralisação, Conteúdo: A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba, as demais centrais sindicais e os movimentos sociais indignados com o ataque a direitos sociais se integram ao Dia Nacional de Paralisação na Educação contra as Reformas da Previdência e Trabalhista, nesta quarta-feira (15), em diversas cidades como Campina Grande, João Pessoa, Belém e Cajazeiras. Na Capital, a concentração feita em frente ao prédio da DataPrev, percorreu o anel externo do Parque Solon de Lucena e seguiu a sede do INSS, onde sindicalistas manifestaram todo repúdio da classe trabalhadora ao governo golpista de Michel Temer  e suas “reformas”. Com o lema “Reaja ou Morra Trabalhando”, os (as) trabalhadores (as) levaram às ruas a indignação com o aumento da idade mínima para 65 anos, a definição de tempo de contribuição em 49 anos para receber o benefício integral da aposentadoria, a equiparação de idades entre homens e mulheres sem considerar a tripla jornada das trabalhadoras, além da luta contra a terceirização sem limites que transformará o atual contrato de trabalho em “contrato de bico”, inseguro, intermitente, precário e mal remunerado.   De acordo com Paulo Marcelo, presidente da CUT-PB, os trabalhadores estão se mobilizando e mostrando sua indignação com essas reformas. “Há meses, nós estamos fazendo um enfrentamento de muita luta com a mobilização de diversas categorias de trabalhadores, que mostram nas assembleias de seus sindicatos e nas audiências públicas de seus municípios a total indignação com essa Reforma da Previdência. Sabemos que a aposentadoria é um direito de todo trabalhador e não pode ser colocada em risco com reformas que só atendem aos anseios das elites empresariais que patrocinaram o golpe, explicou. Durante todo o avanço dass mobilizações, que vem ganhando cada vez mais repercussão entre a população, a Central destaca o trabalho intinerante de conscientização dos trabalhadores e da sociedade, principais vítimas dessas reformas. Segundo Joel Nascimento, secretário-geral da Central, o crescimento dessas mobilizações tem a expressividade necessária para barrar a retirada de direitos. “Esse foi um ato bastante participativo, em que várias categorias se unificaram na luta contra as reformas, mostrando que a luta coletiva é capaz de fortalecer a reação para o enfrentamento aos ataques contra a classe trabalhadora”, afirmou. Ainda neste mês de Março, na agenda de luta da Central estão, o próximo dia 19 com a inauguração oficial da chegada das águas da transposição do Rio São Francisco na Paraíba, na cidade de Monteiro, com a presença de Lula e Dilma,  e o próximo dia 31, data de paralisação geral dos trabalhadores contra as reformas.



Informativo CUT PB

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.