Coletivo Jurídico da CUT-PB é criado para fortalecer movimento sindical

Diretores, assessores jurídicos e advogados dos sindicatos marcaram presença ao evento.

Escrito por: Ascom CUT-PB • Publicado em: 15/09/2017 - 14:42 • Última modificação: 20/09/2017 - 17:00 Escrito por: Ascom CUT-PB Publicado em: 15/09/2017 - 14:42 Última modificação: 20/09/2017 - 17:00

Emmanuela Nunes

Atuando sempre na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, a Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB) realizou na tarde desta quinta-feira (14), com orientação da CUT Nacional, a reunião de articulação do primeiro Coletivo Jurídico da entidade. Diretores, assessores jurídicos e advogados dos sindicatos marcaram presença ao evento.

Durante a abertura da reunião, Marizete Pinheiro, advogada do Sintricom, e Joel Nascimento, secretário-geral da CUT-PB saudaram os presentes. Na mesa do debate, o secretário de assuntos jurídicos da CUT Nacional, Valeir Ertler e o assessor jurídico da CUT-PB, Jonathan Pontes,  conduziram as explanações acerca das consequências que serão geradas pela Reforma Trabalhista.

Ao discorrer sobre as danosas consequências da reforma, o advogado Jonathan Pontes apresentou uma série de aspectos graves no que tange às perversas mudanças nas relações trabalho e destacou o real interesse dessa lei. “O objetivo da reforma é deixar a classe trabalhadora à mercê dos seus patrões, sem nenhum direito, o que desencadeará um quadro de precarização do trabalho, flexibilização de férias e perdas na negociação de diversos outros direitos fundamentais. Com essa reforma, um verdadeiro massacre dos trabalhadores passará a vigorar no país e a classe trabalhadora brasileira precisa saber que estará, ao passo em que a lei entrar em vigor, sem nenhuma proteção.”

Ainda destacou o importante papel do Coletivo Jurídico, “é nesse cenário que estamos construindo um coletivo engajado, que se fortalecerá no enfrentamento necessário aos ataques desse governo ao trabalhador.”

Para o presidente da CUT-PB, Paulo Marcelo, o movimento sindical CUTista se fortalecerá ainda mais com o Coletivo Jurídico. “É um momento impar pra chamar os advogados do mundo do trabalha para discutir a organização de um coletivo no estado. Estamos construindo um coletivo jurídico muito importante para o atual cenário em que se encontra a classe trabalhadora. Esse grupo tem um papel fundamental na luta, uma vez que estará municiando as direções dos sindicatos para poder coletivamente fortalecer o debate contra as reformas que estão sendo implantadas. Com isso, iremos fortalecer um debate de enfrentamento e discutir as saídas para esse momento tão ruim para a classe trabalhadora”, explicou.

O secretário de assuntos jurídicos da CUT Nacional, Valeir Ertler, destacou a importância da iniciativa. “Com um cenário totalmente adverso para a classe trabalhadora, o avanço de ataques aos direitos trabalhistas é uma realidade, que vem sendo enfrentada com a luta incansável da CUT. Por isso, iniciativas como essa, em que se articulam em diversas sedes da CUT, a criação de Coletivos Jurídicos, precisam ser ainda mais incentivadas, para que a resistência  a  essas reformas sejam efetivadas .” salientou.

 

Título: Coletivo Jurídico da CUT-PB é criado para fortalecer movimento sindical, Conteúdo: Atuando sempre na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, a Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB) realizou na tarde desta quinta-feira (14), com orientação da CUT Nacional, a reunião de articulação do primeiro Coletivo Jurídico da entidade. Diretores, assessores jurídicos e advogados dos sindicatos marcaram presença ao evento. Durante a abertura da reunião, Marizete Pinheiro, advogada do Sintricom, e Joel Nascimento, secretário-geral da CUT-PB saudaram os presentes. Na mesa do debate, o secretário de assuntos jurídicos da CUT Nacional, Valeir Ertler e o assessor jurídico da CUT-PB, Jonathan Pontes,  conduziram as explanações acerca das consequências que serão geradas pela Reforma Trabalhista. Ao discorrer sobre as danosas consequências da reforma, o advogado Jonathan Pontes apresentou uma série de aspectos graves no que tange às perversas mudanças nas relações trabalho e destacou o real interesse dessa lei. “O objetivo da reforma é deixar a classe trabalhadora à mercê dos seus patrões, sem nenhum direito, o que desencadeará um quadro de precarização do trabalho, flexibilização de férias e perdas na negociação de diversos outros direitos fundamentais. Com essa reforma, um verdadeiro massacre dos trabalhadores passará a vigorar no país e a classe trabalhadora brasileira precisa saber que estará, ao passo em que a lei entrar em vigor, sem nenhuma proteção.” Ainda destacou o importante papel do Coletivo Jurídico, “é nesse cenário que estamos construindo um coletivo engajado, que se fortalecerá no enfrentamento necessário aos ataques desse governo ao trabalhador.” Para o presidente da CUT-PB, Paulo Marcelo, o movimento sindical CUTista se fortalecerá ainda mais com o Coletivo Jurídico. “É um momento impar pra chamar os advogados do mundo do trabalha para discutir a organização de um coletivo no estado. Estamos construindo um coletivo jurídico muito importante para o atual cenário em que se encontra a classe trabalhadora. Esse grupo tem um papel fundamental na luta, uma vez que estará municiando as direções dos sindicatos para poder coletivamente fortalecer o debate contra as reformas que estão sendo implantadas. Com isso, iremos fortalecer um debate de enfrentamento e discutir as saídas para esse momento tão ruim para a classe trabalhadora”, explicou. O secretário de assuntos jurídicos da CUT Nacional, Valeir Ertler, destacou a importância da iniciativa. “Com um cenário totalmente adverso para a classe trabalhadora, o avanço de ataques aos direitos trabalhistas é uma realidade, que vem sendo enfrentada com a luta incansável da CUT. Por isso, iniciativas como essa, em que se articulam em diversas sedes da CUT, a criação de Coletivos Jurídicos, precisam ser ainda mais incentivadas, para que a resistência  a  essas reformas sejam efetivadas .” salientou.  



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