Centrais Sindicais, Movimentos Sociais e pastorais realizam nesta quinta-feira (7) a 23ª do Grito dos Excluídos

Os grupos estarão organizados por três eixos temáticos: Soberania Nacional, Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista. São esperadas uma média de 1000 pessoas no ato.

Escrito por: ascom CUT-PB • Publicado em: 06/09/2017 - 14:16 Escrito por: ascom CUT-PB Publicado em: 06/09/2017 - 14:16

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Com o tema "Vida em primeiro lugar, por direitos e democracia, a luta é todo dia!", a 23° versão do Grito dos Excluído na Paraíba será realizada nesta quinta-feira, 7 de setembro com uma concentração a partir das 9h, em frente à Igreja Batista de João Pessoa. A proposta do Grito desse ano é abordar a realidade de um Brasil em crise, lembrando as reais demandas do povo durante a Semana da Pátria. A atividade ocorre em todo o Brasil.

Em João Pessoa, haverá o tradicional ato organizado pelos movimentos sociais e Centrais Sindicais como a CUT Paraíba. A manifestação seguirá pela Avenida Beira Rio, onde seguirá em marcha, até o encerramento com dispersão prevista às 12h. Os grupos estarão organizados por três eixos temáticos: Soberania Nacional, Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista. São esperadas uma média de 1000 pessoas no ato.

Nesta edição, o Grito denunciará o desmonte dos direitos, bem como alertará a população sobre os parlamentares que traíram o povo brasileiro, ao apoiarem a reforma trabalhista e o arquivamento das denúncias contra o governo de Michel Temer (PMDB), bem como o desemprego, e a provável votação da reforma da Previdência, que ameaça a aposentadoria de milhões de brasileiros.

Para Gilberto Paulino, dirigente da CUT Paraíba, o grito celebra a luta de um povo que não se acovarda em meio ao caos gerado por um governo ilegítimo. “ Celebraremos o Dia da Pátria, nas ruas, denunciando que a permanência desse presidente ilegítimo no poder significa uma ameaça real ao estado e a soberania do povo brasileiro. Por isso, contaremos com a unidade de toda diversidade de movimentos sociais, pastorais de igrejas, comunidades quilombolas, indígenas e rurais para juntos intensificarmos a luta contra um governo que anuncia diariamente as privatizações de várias estatais de setores estratégicos como o setor elétrico e o sistema de bancos públicos. Nossas riquezas estão em jogo e estaremos nas ruas para dizer que exigimos o respeito aos trabalhadores e trabalhadoras e à nossa soberania”, afirmou.

 

Título: Centrais Sindicais, Movimentos Sociais e pastorais realizam nesta quinta-feira (7) a 23ª do Grito dos Excluídos, Conteúdo: Com o tema Vida em primeiro lugar, por direitos e democracia, a luta é todo dia!, a 23° versão do Grito dos Excluído na Paraíba será realizada nesta quinta-feira, 7 de setembro com uma concentração a partir das 9h, em frente à Igreja Batista de João Pessoa. A proposta do Grito desse ano é abordar a realidade de um Brasil em crise, lembrando as reais demandas do povo durante a Semana da Pátria. A atividade ocorre em todo o Brasil. Em João Pessoa, haverá o tradicional ato organizado pelos movimentos sociais e Centrais Sindicais como a CUT Paraíba. A manifestação seguirá pela Avenida Beira Rio, onde seguirá em marcha, até o encerramento com dispersão prevista às 12h. Os grupos estarão organizados por três eixos temáticos: Soberania Nacional, Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista. São esperadas uma média de 1000 pessoas no ato. Nesta edição, o Grito denunciará o desmonte dos direitos, bem como alertará a população sobre os parlamentares que traíram o povo brasileiro, ao apoiarem a reforma trabalhista e o arquivamento das denúncias contra o governo de Michel Temer (PMDB), bem como o desemprego, e a provável votação da reforma da Previdência, que ameaça a aposentadoria de milhões de brasileiros. Para Gilberto Paulino, dirigente da CUT Paraíba, o grito celebra a luta de um povo que não se acovarda em meio ao caos gerado por um governo ilegítimo. “ Celebraremos o Dia da Pátria, nas ruas, denunciando que a permanência desse presidente ilegítimo no poder significa uma ameaça real ao estado e a soberania do povo brasileiro. Por isso, contaremos com a unidade de toda diversidade de movimentos sociais, pastorais de igrejas, comunidades quilombolas, indígenas e rurais para juntos intensificarmos a luta contra um governo que anuncia diariamente as privatizações de várias estatais de setores estratégicos como o setor elétrico e o sistema de bancos públicos. Nossas riquezas estão em jogo e estaremos nas ruas para dizer que exigimos o respeito aos trabalhadores e trabalhadoras e à nossa soberania”, afirmou.  



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